quinta-feira, 19 de julho de 2007
EPITÁFIO
O largo dos ombros
A luz dos olhos
As curvas do corpo
Serpentes de persuasão
Do que imagina inocente o desejo
Luz de vela, som, boa conversa
Tudo brilha numa noite que ilumina
E convida a olhar o amor imerso de um casal
Do prédio ao lado
Que está se beijando
E minha boca assassina sepulta meu beijo
Pecado sem perdão e sem penitência para quem perde o orvalho de tua essência
É o cheiro do amor no ar
Cheiro estonteante, inebriante
Num último beijo, sem promessa de voltar.
Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário