domingo, 5 de agosto de 2007

PRAZER

Prazer, satisfação contagiante que acalma e relaxa como algo inexplicável. Prazer é isso: foi o siri, a cerveja, a conversa. Sem querer acho que já expliquei. A.... o meu prazer, que deveria ser inexplicável, acabou sendo explicitado, pelas coisas mais simples, como Tinga, por exemplo. Fato simples no conversar de uma colega. Enquanto a praça, ciumenta nos assiste triste. Ah... o prazer...os prazeres. Por: Marta, Aline, Ítalo, Rudival e Daniela, em 04/08/07.

DROGAS

Tudo, ou quase tudo, é uma droga. A droga é quase tudo ou é tudo uma droga. Droga, mais o que é droga afinal? É tudo! Será que ainda não entendestes isto? A droga, pelo que tenho sabido, sou eu é você, é o mundo. A droga é tudo! Só não é, o “Nós” Pudera também, né? Mas considerado uma droga, aquela droga que nos instiga a escrever e é como meu ou alguma coisa doce: Sempre nos fascina. Ainda assim, a poesia nos assiste do banco da praça, enquanto uma fumacinha distante curte uma nuvem que se aproxima. Ah!!! Por: Daniela, Marta, Aline, Ítalo e Rudival, em 04/08/07

Uma tarde nomeio da praça

Achei minha tarde perdida numa ruazinha simples Com mesa e cadeiras à rua com amigos a conversar Como algo extremamente prazeroso e envolvente Salvo por pensar que minha tarefa não foi perdida. E, para confirmar que a tarde não foi tão simplória quanto pareceu, recito os trechos daquele que se estivesse aqui, teria dado a devida importância ao momento: “Eu é que não me sento no trono de um apartamento, com a boca aberta, cheia de dentes, esperando a morte chegar!!!” Não acho que foi perdida, afinal de contas, a vida é para ser vivida e aproveitada. Por: Rudival, Daniela, Marta, Aline e Ítalo, em 04/08/07

No mundo há muitas armadilhas e é preciso quebrá-las

No mundo há muitas armadilhas e eu, como um rato atrás do queijo, caí em uma delas. Hoje, me vendo como um rato já não me sinto como uma vítima. Me sinto como uma grande armadilha. Armadilha de um mercado, de uma corrente econômica ou de uma simples frase “para todos as coisas existe um mastercard” Mas ainda prefiro a armadilha da poesia, onde sou rato e sou queijo, até um smartcard Ou ainda, o rato e o queijo na armadilha do amor, ou dos amores. Podemos decidir se seremos o rato ou a armadilha Por: Aline, Ítalo, Rudival, Daniela e Marta, em 04/08/07.

Sem cara

Tristeza e hipocrisias mil na tentativa de maquiar a cara do Brasil Oh! Brasil, preferia ser poeta.... Para maquiar a sua história, a sua vida, as suas hipocrisias Para vender um país que não existe e que talvez nunca existirá “Brasil, mostra a tua cara!!!” , pois, eu, sei que não pago, para A GENTE ficar assim. Por: Ítalo, Rudival, Daniela, Marta e Aline, em 04/08/07.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Um pensamento literário...

“ Os encontros de leitura são agregações humanistas que estimulam a descoberta de emoções e sentimentos provocados pelo ato de ler, possibilitando aflorar memórias individuais de sensível riqueza. São trocas afetivas, depoimentos, oficinas, contação de histórias, contos e cantos para embalar todas as idades.” Jorge Araujo

A beleza que escapa

Se a beleza resistisse ao meu olhar O profundo que vai em tua alma Descubriria seus sonhos, teus desejos Quem sabe os medos, os teus passados? Tudo a se descobrir Em você e em mim o encoberto do mundo A iluminar nossas almas, obscurecer nossos caminhos, entrelaçar nossas almas, direcionar nossos corpos, entorpecer nossos infinitos Com dedos, boca, corpo completo e a alma E tudo o que o infinito e o não permitido permitir. Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07

DESEJOS

Milho, espiga, canjica, bolo Imagens e saudades de um mês O mês à flor da pele dos sentimentos A se prender em sonhos partidos em mim Que migraram de ti para me completar O frio nos ajuda a nos aquecer A nos manter mais juntos ainda Vestidos de morte com os sonhos do mundo Que nos pipoca e êxtase tornando-nos homogeneamente um. Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07 JUNHO CERTEIRO É mês de junho E o frio diurno se perde na noite Que esquece e aquece as luzes distantes Da figueira acessa ao longe Convidando todos a se amar, a se entregar E mesmo entregues, não nos entregamos, nos vestimos de cinza Para elevar o amor e torná-lo poesia, para transformar a dor em coisa fúnebre, Para rir do desejo indelével que corrói nossos corpos Luz, câmara e cadê a ação? Pode estar no coração ou na razão Desse mês Paixão Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07

EPITÁFIO

O largo dos ombros A luz dos olhos As curvas do corpo Serpentes de persuasão Do que imagina inocente o desejo Luz de vela, som, boa conversa Tudo brilha numa noite que ilumina E convida a olhar o amor imerso de um casal Do prédio ao lado Que está se beijando E minha boca assassina sepulta meu beijo Pecado sem perdão e sem penitência para quem perde o orvalho de tua essência É o cheiro do amor no ar Cheiro estonteante, inebriante Num último beijo, sem promessa de voltar. Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07

Novo encontro

Galera!!! Vamos nos mobilizar para o próximo encontro!!!

sábado, 26 de maio de 2007

encontro marcado

Esta noite sonhei com nosso encontro, foi muito legal, parecia real. Ainda acho que aconteceu ... através de nossos sonhos... nossos espíritos reunidos durante a noite, quem sabe? Só sei que a sensação que senti era muito boa... todos reunidos, cantando, conversando... Este foi nosso encontro marcado.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

E aí galera...
Já foi decidido onde será,
nosso primeiro encontro?
Estou esperando....

terça-feira, 8 de maio de 2007

Luz e Mar

Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia Autor(a): Ítalo e "Nós" Luz e mar pra deslumbrar Sonhar, almejar, ventar Luz e mar. Pra erotizar e cantar a sereia do infinito mar. Luz e mar. pra amar, delirar, imaginar e escritar. Luz e mar pra finalizar. Mar finito sublime.. encanto, admiração. Luz e mar.. pra namorar? pra passear? Luz e mar será? E sem luz e sem mar? só ar? Volto para a luz e para o mar... Luz e mar. E onde está o amar nesse mar.. não sei, vivo a procurar. Mar, amar... Encantar.. Enamorar... Admirar...

Eu?!

Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia Autor: Rudival e "Nós" Não sou mais que um inseto pensante Sem o balanço das ondas no mar.. Sou duro! Sem o frescor da brisa da manhã sou quente,ardente,inquieto. Quero o não apalpável, quero esbravejar, cutucar, bagunçar, desdemocratizar esse meu pensar insetício. inventar, criar, questionar. acabo por pensar, que alguma coisa no ar sei lá, me faz acreditar que sou mais que um inseto pensante: sou um andarilho mais que andante, que pensa, e não se engane, que pensa mais adiante. E nesse pensar chego. Ou penso que chego, a um patamar invejante.

Solidões

Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia Autor(a): Daniela e "Nós" Uma tarde de outono folhas no chão Ventar de além-mar Pra acolher e abortar a sensação de bem estar que a falsa contemporaneidade nos dar. Contemporaneidade, solidão, individualidade. conteporaneidade para o mar Ou seria "Palomar"? Hoje, nada de folhas no chão. Hoje, as folhas estão sobre a mesa. Nada de "Palomar"! Hoje estamos, literalmente falando, para o mar. E para o mar vai nosso recado..ou, além do mar irá nossos recados. A lembrança, a solidão, a ausência e a angústia, sentimentos essenciais em alguns momentos.. e em outros só fatos. A concretude da pedra, uma praia a chorar.

I° Encontro do "Nós Literário"

Foi tudo lindo...como passar uma tarde em Itapoã. O Crepúsculo exatamente neste dia, resolveu dar-nos um presente lindo. O entardecer foi realmente lindo.
Conversas agradáveis ao lado de pessoas legais e inteligentes, descontração, poesia, risos e troca de idéias, principalmente troca de idéias. Tudo isso regado a uma boa cervejinha gelada, para alguns, e um refrigerante, para outros.
Esse momento especial, marco do primeiro encontro do "Nós Literário", aconteceu no dia 30/04/07. E que venham mais e mais tardes como essa!!!